Um levantamento da Bain & Company aponta que 67% das organizações brasileiras já consideram a inteligência artificial uma prioridade estratégica. É um número expressivo — mas o mesmo levantamento mostra que apenas cerca de 25% mantêm, de fato, ao menos um caso de uso em produção. A distância entre intenção e execução é o verdadeiro desafio.
No Grupo HSN, a IA não é tratada como uma iniciativa à parte, mas como parte dos processos de análise de dados, automação, atendimento, geração de conteúdo e apoio à decisão que já rodam no dia a dia das empresas do ecossistema. Segundo John Ben David, CIO do grupo, "o maior potencial da IA aparece quando ela está conectada aos dados, aos processos e, principalmente, aos objetivos reais do negócio".
É essa conexão — e não a ferramenta isoladamente — que transforma uma prioridade declarada em um caso de uso real. Fechar essa distância entre os 67% que priorizam IA e os 25% que a colocam em prática é, na prática, o mesmo desafio de resolver a fragmentação tecnológica que citamos com frequência aqui no blog.